O MILITAR brasileiro

“Quantos destes terroristas vão responder pelos crimes praticados???? Já sei, a comissão vai mandar para Roma, para ver se o Papa Francisco encaminha a Beatificação dos mesmos ainda em vida… esta corja já deveria ter sido exterminada da crosta terrestre. A anistia só serviu para cobrir os erros destes marginais”.


– “É só aparecendo vítima agora, tudo mentindo, pra ver se ganham um dinheirim desse governo, tô com vontade de dizer q fui violentado também, será que vale pelo menos uns 300 mil ?”


– “Mais uma qualquer querendo aparecer. Mais uma descarada querendo o dinheiro publico, tinha que ser advogada mesmo, mentirosa cara de pau !!!!”


– “Não acredito. Acredito sim, que é apenas mais uma querendo entrar nas polpudas indenizações que este governo está brindando aos seus seguidores. That’s it!”


– “Quanto a comissão pagará de indenização pelo depoimento ?”


– “Como saber o que é verdade? Não existem mitômanos e outros casos clínicos que usam da mentira como como forma de se projetar ou de aplacar sua ansiedade? Um país assim, com uma comissão que parece saída de um livro de Orwell ( que tinha o ministério da verdade encarregado das mentiras oficiais) é para ser levado a sério? Lamentavel.”


– “Se isso aconteceu, ela deverá dar todos os detalhes. Quem estava lá no momento, onde, como. Tudo é parte de investigação. Mas a história tem falhas. Uma menina de 16 anos, filha de general, vai sozinha visitar a mãe na cadeia? Naquelas circunstâncias fica difícil de acreditar.”


– “Agora até um mendigo qualquer que se prontificar a dar um depoimento na comissão da mentira vai ser ouvido e ganhar uma graninha……….”


– “Mais uma bolsa ditadura na nossa conta…”


– “Todo mundo quer ser vitima da ditadura, afinal se ganha dinheiro com isso. Acho que deveríamos instalar uma comissão para reparar os danos de opressões sofridas na Inconfidência Mineira, Confederação do Equador, Guerra dos Farrapos, Sabinada, Guerra de Canudos, etc, etc, etc. Um país com os problemas do Brasil dedicar tempo e dinheiro para discutir uma violência ocorrida a 40 anos é um exercício psicanalítico que nem Freud explica.”


– “Sabem como morreu Jesus Cristo? Foi torturado e crucificado pela ditadura. Todo mundo querendo ganhar um trocado.”


– “Enquanto tiver grana para rolar, a história vai longe.”


– “Querendo dinheiro facil, do povo!!! depois de 43 anos? fala serio.toma vergonha na cara…e vai trabalhar!!”


– “Mais uma que vai embolsar uma polpuda indenização, que nós, os trouxas pagamos para esse pessoal que quis transformar o Brasil em uma Cuba.”
Prezado leitor, as “elevadas” e “construtivas” reações acima, retirados do UOL, reproduzem algumas reações de hitlernautas a propósito da denúncia feita pela advogada Eugenia Zerbini, à Comissão da Verdade, de que teria sido estuprada na sede da OBAN, em São Paulo, ao levar pertences para sua mãe, quando esta esteve presa no local, por oito meses, em 1970.
Elas chamam a atenção, não apenas por serem preconceituosas e burras – Eugenia Zerbini é filha de general e bem sucedida executiva do mercado financeiro, e já foi Vice-Presidente do Citybank, em Nova Iorque, e não está pleiteando qualquer tipo de indenização – mas por tentar “linkar” as Forças Armadas com a tortura.
Isso, quando se sabe que pouquíssimos militares das três forças se envolveram nesse processo, e que, nos centros semiclandestinos em que se cometiam esses crimes havia desde a banda podre da polícia civil e militar, até médicos, informantes e sádicos de toda a espécie, que se aproveitavam do regime e da impunidade para cometer seus crimes.
Uma das táticas mais manjadas dos hitlernautas, nos últimos tempos, e da direita antidemocrática, em seus redutos virtuais, tem sido a de tentar jogar os militares profissionais brasileiros contra o resto do país, como se eles se confundissem com os torturadores do regime militar.
O negócio é dar a impressão que as Forças Armadas compactuaram e defendem os canalhas que, muitas vezes, sem nenhum vínculo com a Marinha, o Exército, a Aeronáutica, estupraram, torturaram e mataram, protegidos pelos muros dos porões, homens e mulheres já dominados e desarmados, sem nenhuma chance de defesa.
À sua frente, não estavam perigosos “terroristas”, mas, em sua imensa maioria – como aconteceu com a família Zerbini – estudantes secundaristas e universitários, médicos, militares, advogados e jornalistas, que, como Vladimir Herzog, ou Rubem Paiva, nunca tinham empunhado uma arma em sua vida, a não ser a sua caneta, a sua mente, a sua palavra.
Eram presos na rua, desarmados e sem resistência, encontrando-se com amigos e colegas, ou apanhados em suas casas, na calada da noite, como se sequestrados tivessem sido por vulgares bandidos. E muitos passaram pela tortura e foram assassinados sem ter nenhuma orientação ou militância política, mas apenas pelo fato de serem parentes ou amigos de quem estava sendo perseguido.
O militar é o cidadão fardado. Ele é pai, ele é filho, ele é irmão. O militar não compactua com estupro, com a primazia da força sobre a justiça, com agredir covardemente o inimigo desarmado, imobilizado, sem reação. O militar não preza o porão, o instinto animalesco da tortura, o ódio desatado e perverso do psicopata que tem o poder na mão.
O militar brasileiro preza o campo de manobras, a bandeira da Pátria desfraldada ao sol, o avanço dos tanques e da infantaria, a “Selva!” profunda da Amazônia, o vento que sustenta o corpo do paraquedista em queda livre, que bate no rosto do marinheiro no convés da fragata ou da corveta, na pista do porta-aviões ou na torre do submarino, ainda molhado, que acabou de emergir.
O militar brasileiro honra seu uniforme, tem – desde a escola e a academia – orgulho de participar de se perfilar e desfilar com seus companheiros de arma, mas não se sente diferente, nem superior. Ele toma sua cerveja, gosta de assar uma carne, passeia com a família, frequenta a igreja, o cinema, leva o filho ao futebol e, de dois em dois anos, comparece à sua seção eleitoral, exercendo, como qualquer brasileiro – seu pai, seu irmão, seu sobrinho, seu avô – o direito que tem de influenciar e decidir, pelo voto secreto e universal, o destino de sua cidade, de seu estado e de seu país.
Ele obedece à sua consciência de cidadão, e não dá ouvidos às sinuosas e interesseiras serpentes que – na internet, ou solertemente introduzidas dentro dos quartéis – querem enganá-lo e subverter a sua opinião. Por isso, o militar brasileiro típico não se mete com política. Porque sabe que, depois, quem se beneficia, é quem está por cima, quem quer tomar o poder no grito, arrumar uma boquinha, quem vai meter a mão.
O militar brasileiro preza o bom combate. A disputa limpa, homem contra homem, guerreiro armado contra seu oponente, o calor da luta, a vitória honrada, fruto da estratégia, do esmerado preparo, da determinação. Ele tem orgulho de defender, contra o soldado estrangeiro, as cores da sua nação.
O militar brasileiro não gosta de porões escuros, cercados por muros, nem de espancar velhos, ou ameaçar crianças, com a metade do seu tamanho. Ele despreza quem usa o uniforme – ou se esconde por trás de outros homens que honram as calças que vestem – para pisar sobre os outros, cometer crimes, massacrar o cidadão.
Suas armas são o blindado da cavalaria, as armas da infantaria, os barcos e submarinos da marinha, o manche e o joystick do avião.
Os tanques Guarani, os velhos Leopard, Cascavel e Urutú. O AMX modernizado, as novas fragatas da Marinha, o míssil ar-ar A-Darter, o submarino de propulsão atômica que estamos construindo, o Exocet com motorização nacional. O obus, o lança-granadas, os foguetes Astros, os mísseis da Mectron. Os AK-57, a HK, o M4, das Operações Especiais. Os rifles, as carabinas, os Snipers da IMBEL, forjados em aço brasileiro, que ele sente, ao apertar a coronha e o gatilho no campo de tiro, junto com o bater do acelerado coração.
As armas dos militares brasileiros, do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, não são o choque elétrico, o chicote, a palmatória, o porrete, a borracha dobrada, o “telefone”, o pau de arara, o estupro, ameaçar prender e torturar uma mãe, um filho, uma filha, um irmão, não são o terror contra outros brasileiros, ou a intimidação.
Os heróis do Exército, da Marinha, da Aeronáutica, não são aqueles que – sem sequer pertencer às forças armadas – mataram, na covardia e na pancada, brasileiros desarmados e amarrados em porões ilegais e clandestinos ou deram sumiço aos seus corpos nas sombras do terror.
Os heróis do exército, da Marinha, da Aeronáutica, são aqueles que pereceram na defesa das costas brasileiras e na Campanha da Itália, e seus corpos passaram anos ao sol, à neve e à chuva do Cemitério de Pistóia. Eles caíram, lutando digna e honradamente, contra soldados inimigos, e não contra civis, por um pedaço de mar, por um pedaço de céu, por um pedaço de chão.
Os heróis de nossas Forças Armadas deram sua vida pela liberdade e a democracia, no Atlântico e na montanha, em lugares como Monte Castello, Castelnuovo, Montese, Collechio, Fornovo di Taro – onde o Brasil fez quase 15.000 prisioneiros em uma única batalha , obtendo a rendição incondicional do General Ottto Fretter Pico, comandante da 148 Divisão Wermacht, e do General Mario Carloni, comandante da Divisão Bersaglieri Italia, capturando centenas de caminhões e veículos militares, evitando que essa importante força escapasse para a Alemanha.
Os brasileiros que caíram em nossa mais gloriosa guerra, o fizeram porque estavam combatendo o nazismo. Um regime em que não havia voto, e a tortura, o assassinato e o estupro de quem não concordava com a ditadura hitlerista e lutava pela liberdade era moeda corrente. Os nossos pracinhas – cuja memória nunca é demais reverenciar – lutaram para que os brasileiros pudessem, um dia, votar livremente em seu Presidente e livremente expressar suas ideias.
Eugenia Zerbini não foi estuprada porque sua mãe fosse uma perigosa terrorista. A senhora Therezinha Godoy Zerbini era esposa do General de Exército Euryale de Jesus Zerbini, destituído do comando de sua tropa por ter honrado seu juramento e resistido com seus homens ao golpe, e ficado do lado da lei – que manda que o militar obedeça à hierarquia, ao Comandante em Chefe das Forças Armadas, que é o Presidente da República, e à Constituição.
TODO O PODER EMANA DO POVO – e os militares são filhos, irmãos, sobrinhos, netos, do povo brasileiro – E EM SEU NOME DEVE SER EXERCIDO (por meio do voto), diz a Constituição.
Ao contrário do que pensam os hitlernautas do UOL, Eugenia Zerbini não virou líder comunista nem precisa de indenização. Ela fez carreira como alta executiva do setor financeiro e foi Vice-Presidente do Citibank em Nova Iorque.
Dona Therezinha Godoy Zerbini – esposa de um general e cunhada do Dr. Euclides Zerbini, um salvador de vidas, pioneiro dos transplantes de coração no Brasil – fundou o Movimento Feminino pela Anistia, a foi uma das maiores defensoras dessa causa no Brasil.
Quem estuprou Eugenia naquela tarde deveria reverenciar a sua família e agradecer a coragem e a determinação de sua mãe. Se não fosse sua luta pela anistia – que beneficiou igualmente a quem foi torturado e a quem torturou – os estupradores de sua filha estariam na cadeia, pagando pelos covardes e desprezíveis crimes que cometeram. (Mauro Santayana, Contexto Livre)

PLANALTO escolhe o Exército como referência em engenharia e logística

General Joaquim Brandão: empreitada não contabiliza mão de obra (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
General Joaquim Brandão: empreitada não contabiliza mão de obra

A PRESIDENTE  Dilma Rousseff se convenceu de que o Exército tem a melhor experiência e a mais avançada tecnologia para servir de modelo em todas as investidas do setor público na área de infraestrutura. Após liderar e sustentar o ritmo de 16 importantes projetos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), a instituição foi convocada pela “comandante suprema das Forças Armadas” para uma tarefa mais audaciosa. Ela quer que os engenheiros militares estabeleçam o padrão gerencial de planejamento e de execução de obras. Esse esforço estará completo no lançamento de portal na internet dedicado ao tema, até 2015.

A meta é fazer com que todos os empreendimentos federais atinjam o mesmo patamar de eficiência, economia e rapidez obtido pelas tropas nos canteiros, cujos convênios despertam grande interesse. Hoje, 20 projetos estão nas mãos dos 12 batalhões de engenharia espalhados por todo o território nacional, orçadas em R$ 1,2 bilhão. “O nosso desempenho e o nosso custo não podem ser comparados aos das empreiteiras privadas, pois temos muitas diferenças em relação a elas. Os militares encaram as obras não como negócio, mas como missão”, pondera o general Joaquim Brandão, chefe do Departamento de Engenharia e Construção (DEC).

A matéria completa está disponível aqui para assinantes. Para assinar, clique aqui. (Correio Braziliense)

DIA do Aviador!

DIA do Paraquedista

VELAME!!!

DIA do Controlador de Tráfego Aéreo

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PARABÉNS ao Controlador de Tráfego Aéreo brasileiro

Feliz dia do Controlador de Tráfego Aéreo!

CIRCULANDO na internet: Soldos à altura do Brasil

Propostas de Emenda Constitucional com indexação dos vencimentos das Forças Armadas ao salário do Judiciário elevam remuneração de sargento em início de carreira para R$ 5.746 mensais

AS PROPOSTAS de Emenda Constitucional (PECs) 245 e 249, que tramitam na Câmara dos Deputados e indexam os soldos pagos pelas Forças Armadas aos vencimentos do Judiciário, vão elevar, por exemplo, a remuneração bruta de um terceiro sargento dos atuais R$ 2.545 para R$ 5.746. Os valores fazem parte de projeção que acaba de ser concluída pelo deputado federal Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), autor da PEC 245.

Os valores (que podem ser conferidos na tabela abaixo) foram levantados em resposta a desafio feito na coluna Força Militar, de O DIA, pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), um dos autores da PEC 249. Bolsonaro, capitão da reserva do Exército, apostou seu salário de parlamentar (R$ 16.512, fora os benefícios) contra R$ 1 de Itagiba, caso o deputado do PMDB apresentasse a projeção.

“Não fiz esse levantamento para ganhar a aposta. Para mim, o objetivo das duas PECs é o mesmo: dar dignidade aos militares e, quanto mais propostas nesse sentido, melhor”, afirmou Itagiba. O autor da PEC 245 disse ainda que a principal motivação para a elaboração da proposta é que as carreiras de Estado devem ser melhor remuneradas e no caso dos militares – impedidos de ter outras atividades remuneratórias – pode por fim ao constrangimento de ter de passar o pires todos os anos, na busca de pequenos reajustes dos soldos.

“Não adianta para um país ter Forças Armadas bem equipadas, mas com militares mal remunerados. Os militares devem ganhar melhor para trabalhar com maior motivação”, lembrou.

Ao tomar conhecimento da projeção, Bolsonaro manteve a aposta, dizendo que que só acredita nos valores quando forem efetivados no contracheque dos militares. “Ele é um fanfarrão”, disse o ex-capitão, referindo-se a Itagiba. Bolsonaro destaca que o texto da PEC 245 diz que o percentual final será definido por Lei Ordinária, o que passaria a ser arbitrado pelo presidente da República e que não se pode levantar valores sem conversar com o Executivo.

Itagiba concordou que os valores ainda fazem parte de levantamento preliminar e que precisam ainda ser avaliados pelo relator de uma comissão especial, para depois passar por votações na Câmara e no Senado. “Defendo que os ocupantes dos cargos mais altos das Forças Armadas passem a receber 95% do que ganham os ministros militares do Superior Tribunal Militar”, disse o parlamentar.

“Minha proposta não deixa nenhum militar de fora. A partir da nova referência, haverá um escalonamento vertical até as mais baixas patentes, com a diferença salarial de 5% a 30% entre as graduações”, completou.

IMPACTO DE R$ 39 BILHÕES EM 2009
A pedido do deputado Marcelo Itagiba, o Centro de Pagamento do Exército levantou o impacto financeiro da PEC 245. Já no ano que vem, ele bateria a casa dos R$ 39,2 bilhões. Em 2010, seria de R$ 43 bilhões. Para se ter idéia do que isso representa, projetos que estão em tramitação no Congresso criando 114 mil novos cargos e funções civis no Executivo Federal terão impacto anual de R$ 31 bilhões, R$ 8 bilhões a menos que o reajuste proposto na PEC. Acontece que a indexação dos soldos atende mais gente: 342 mil militares ativos, 137 mil inativos e 190 mil pensionistas.

81% NA JUSTIÇA
Outra esperança de reajuste expressivo, as ações que reivindicam reajuste de até 81% com base na Lei 7.723 (indexa soldos das Forças Armadas aos salários do Judiciário) estão se arrastando nos tribunais. Quem moveu ação antes de 1991 teve ganho de causa, dando esperança a outros militares que pedem, com base na lei, para ter vencimentos indexados aos salários do Superior Tribunal Militar.

Advogados ouvidos pelo DIA recomendam, porém, que quem ainda não moveu ação neste sentido espere decisão favorável para ação movida após 1991 para, então, pedirem o mesmo na Justiça. Aconselham ainda que se combine pagar honorários só após o fim do processo.
(Marco Aurélio Reis – blog Força Militar)