HÁ 120 ANOS nascia JK!

A UDN e a elite brasileira ainda teriam que suportar uma terceira derrota, antes que finalmente chegassem ao ambicionado poder político.
Mesmo morto, Getúlio impunha a seus adversários, mediante a coligação
entre PSD, PTB e mais quatro partidos menores, a vitória do coronel-médico Juscelino Kubitschek de Oliveira – o JK, ex-prefeito de Belo Horizonte e governador de Minas Gerais – nas eleições presidenciais de 1955.

Juscelino Kubitschek de Oliveira (imagem: Internet)

Juscelino derrotou Juarez Távora, da UDN, Adhemar de Barros, do PSP,
e Plínio Salgado. Este último candidato tirou votos de Távora, do que se
beneficiou Juscelino. Era desmoralização demasiada.

Chegavam a pensar que o raivoso partido da extrema-direita brasileira
jamais conseguiria, pelo voto, chegar ao poder. Nas hostes da UDN a ordem era combater sem tréguas JK e João Goulart, seu vice. Carlos Lacerda, adaptando a célebre frase antes dita sobre Getúlio, chegou a declarar que “Esses homens não podem tomar posse; não devem tomar posse; não tomarão posse”.

Pois sim.

JK não só venceu, como governaria como ninguém jamais havia feito
antes. Tendo como programa de governo 31 metas, construiria uma cidade a partir do nada concretizando o lema de seu governo: “Cinquenta
anos em cinco”.
Mas o desafio seria enorme.

VALENTIM, Antonio. O País dos Militares e dos Bacharéis, pág. 227. Rio de Janeiro: Autografia, 2021.

O livro “O PAÍS DOS MILITARES E DOS BACHARÉIS”, de Antonio Valentim, se encontra à venda no site da editora Autografia: https://www.autografia.com.br/produto/o-pais-dos-militares-e-dos-bachareis/

L.s.N.S.J.C.!

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