68 ANOS sem Getúlio!

A VOLTA de Getúlio, em 1951, “nos braços do povo” – como se costumou dizer – passaria por um período de erros e de acertos – mais erros que acertos. Vargas, segundo alguns analistas, teria resistido à candidatura, preferindo o nome de Nereu Ramos. O PSD, porém, vetou o nome do catarinense; a alternativa seria Cristiano Machado, ruim de voto. Assim, contrariando também a membros de sua família, Getúlio acabou voltando.

Getúlio Vargas protegido por seu fiel guarda-costas Gregório Fortunato

Vargas, nesta segunda etapa de governo, provaria do seu próprio veneno. Viveria por três anos e meio uma ditadura às avessas, em que sofreria todas as censura que antes ele havia imposto às instituições. Agora não teria o parlamento a seu lado, nem os militares, nem a imprensa. Teria, talvez, o povo, mas a este a imprensa, dia a dia, encarregar-se-ia de moldar a seus interesses.

VALENTIM, Antonio. O País dos Militares e dos Bacharéis, página 100. Rio de Janeiro: Autografia, 2021.

L.s.N.S.J.C.!

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