JACAREACANGA: guerra, sombra e água fresca (segunda parte)

O MOVIMENTO tinha por fim a deposição do governo recém-instalado de JK, mas o certo é que na hora “H” alguém traiu os rebeldes, ou, ao menos, deixou de coordenar as ações como haviam combinado, e… o socorro não veio. A essa altura a população de Santarém já começava a sofrer com o desabastecimento, mas as tropas legalistas a bordo do “Presidente Vargas” já estavam chegando. Questão de tempo, pouco tempo… 

Continuação da postagem de 08maio2017
VELOSO determinou a Paulo Vítor que voltasse e ficasse no comando de Jacareacanga, enquanto ele e Lameirão permaneciam em Santarém.
Do dia 15 ao 22, as forças rebeldes mantiveram-se com alguma tranquilidade, apesar dos constantes voos rasante de um AT11 que fazia missão de atemorização. Com o tempo, todos, inclusive a equipe de repórteres e fotógrafos dos “Diários”, acostumaram-se à rotina barulhenta. Os presos de Jacareacanga foram transferidos para Santarém, onde havia melhores condições. Veloso, um lorde, jamais esquecia que esses presos também eram seus colegas de farda, por isso lhes garantia tratamento o mais digno possível.
Enquanto isso, houve vários problemas disciplinares graves em unidades da Força Aérea, envolvendo oficiais simpatizantes do movimento rebelde, criando assim um ambiente de cisão, de insegurança, de desconfiança no seio da Força. Diariamente os principais jornais publicavam as ações repressivas aos simpatizantes do movimento. O brigadeiro Guedes Muniz foi preso por dez dias por ter enviado um telegrama ao brigadeiro Cabral. Na Base Aérea da Pampulha foram detidos quatro oficiais do efetivo de unidades sediadas no Rio de Janeiro, todos acusados de apoiar o movimento rebelde. Vários oficiais em Belém foram designados pelo brigadeiro Cabral para sair em missão de prisão a Veloso, porém se negaram a cumprir tais ordens, sendo, por isso, presos de modo incomunicável. Esses oficiais, todos capitães e tenentes, recusam-se a cumprir missões de atemorização contra o aeródromo de Santarém, onde estão Veloso e Lameirão, e contra o de Jacareacanga, em que Paulo Vítor camuflou entre folhagens o 2059, que estava com pane no motor esquerdo.
O comandante da 1ª Zona Aérea, brigadeiro Antônio Alves Cabral, pede ajuda ao Rio para enfrentar os atos de rebeldia em seu comando. Ora, a designação de um brigadeiro para comandar pessoalmente a operação, o oficial da Aeronáutica de maior patente em toda a região Norte, por si só já diz que o governo colocava todo o empenho na sufocação imediata da rebelião, antes que o movimento tomasse corpo. Além do mais, isso significa também que os oficiais de alta patente não confiavam nos de baixa, capitães e tenentes, mormente os que serviam em Belém. A maioria absoluta deles estava a favor dos rebeldes, mesmo que tacitamente. Havia, portanto, um clima tenso de insubordinação, uma crise disciplinar que devia com urgência ser debelada.
Por isso, o ministro envia como observador e conselheiro o major Celso Resende Neves. Celso era instrutor da Escola de Comando e Estado-Maior. Ele é reconhecidamente um oficial equilibrado, de qualquer ponto de vista que se analise, especialmente o político. Celso reuniu todos aqueles jovens aviadores de Belém e lhes mostrou o mal que estavam fazendo contra a sua própria carreira, ao recusarem o cumprimento de missões ordenadas por seus superiores. Os argumentos do representante da legalidade convenceram os pilotos a não aderirem à rebeldia. “Está bem, Major, nós voltaremos a voar”, assentiu o capitão Burlamarque Barreira. Mas como todo bom oficial companheiro, o capitão quer preservar o espírito de camaradagem com os colegas rebelados. E pergunta a Celso: “Se Paulo Victor precisar de uma Peça para o C47, nós poderemos ajudá-lo?” Responde, cavalheirescamente, o Major Celso: “Belo gesto de sua parte, desde que eu não fique sabendo”.
Por sua vez, no Gabinete do Ministro da Aeronáutica, o brigadeiro Vasco Alves Seco também tinha as suas dificuldades em arregimentar combatentes para sufocar a rebeldia. O alto comando admitia que possuía a Força Aérea uma crise de disciplina instalada em seus quartéis. O ministro temia que os convocados fingissem estar ao lado da legalidade, e — a exemplo de Paulo Vítor — se bandeassem para o lado dos revoltosos, e – o pior -, munidos de poderosa arma de guerra: o avião. Igualmente, temia o contrário: os loucos por sangue, que saíssem metralhando e bombardeando sem critério. Era um comandante que prezava paz. Tinha que haver equilíbrio; sem derramamento de sangue… se possível. É aí que surge em cena seu ajudante-de-ordens, o capitão-aviador Ivan Zanoni Hausen, que se oferece como voluntário.
Veloso e Lameirão

A imprensa do Rio de Janeiro, para vender mais jornais, apelava para o sensacionalismo. As emissoras de rádio também alardeavam notícias fantásticas e exageradas.

Combate em Santarém!
Luta-se encarniçadamente na Pérola do Tapajós!
Já sobem a milhares os mortos e feridos na revolta de Jacareacanga!


Circulavam até anedotas dizendo que os dois oficiais tinham seguido para a Amazônia para passar o carnaval em companhia de belas moças.
Enquanto isso, em Santarém aeronaves B17, as “Fortalezas Voadoras” sobrevoavam a cidade despejando folhetos conclamando a população a se afastar dos insurretos, a exemplo do que já faziam nas demais localidades tomadas pelos rebeldes.
O ambiente em Santarém ainda, apesar das ações do B-17, é de piquenique. Guerra, sombra e água fresca. Depois dos primeiros dias, os jornalistas acostumaram-se com o B17 e não se incomodavam mais com seus rasantes. No terceiro dia de permanência no QG rebelde, a ausência de novidades os deixava entediados. Sentavam no chão e começavam as anedotas, ao mesmo tempo em que Veloso fazia bombas com cápsulas presas entre as pernas. Aquilo não parecia uma guerra; parecia um piquenique de fim de semana, com o B-17 fazendo a cobertura. Enquanto as emissoras do país inteiro noticiavam que se travavam batalhas nas ruas de Santarém, Veloso e Lameirão tiravam boas sestas, deitados nos duros bancos do aeroporto.
A legendária fotografia publicada nos jornais dos Diários Associados. Nela um Catalina legalista metralha o AT11 rebelde. Lameirão revida… com tiros de revólver. 
Tiros de verdade só houve no dia 21, dez dias depois do início da revolta. O AT11 havia decolado para um vôo de observação sobre o Rio Amazonas, por onde navegava um navio mercante fluvial, procedente de Belém, com tropas da Aeronáutica para sufocar a Rebelião.
Na volta desse vôo, Veloso e Lameirão quase colidem o AT11 com o B17 legalista. Depois do pouso, não houve tempo para a camuflagem. Surgiram então dois Catalinas, e um deles , o 6514, mandou chumbo. Os tiros de metralhadora, no entanto, erram o alvo. Os rebeldes revidam… com tiros de revólver! Parecia cena de filme pastelão.
A imprensa exagerava… 
Na tarde de 22 de fevereiro, Lameirão, sobrevoando o Amazonas no “Beechcraft”, avistou uma embarcação que confundiu com o “Presidente Vargas”, de transporte de tropas; na verdade era o “Lobo D’Almada”, que conduzia centenas de civis. Lameirão, muito nervoso, tão logo pousou, foi relatar a Veloso a necessidade de bombardeá-lo; este, mais sensato, preferiu outra alternativa, realizando uma retirada estratégica. Veloso argumentou que um ataque à força-tarefa, com o navio já aportado, de nada adiantaria, pois a tropa logo desembarcaria e os prenderia. Às dezenove horas deste mesmo dia, partiram para Jacareacanga evacuando armas, munições, gasolina, víveres e 25 homens que julgavam ser fiéis ao movimento. Foi um voo épico, pois chegaram às 21 horas com a pista iluminada apenas por dois lampiões a querosene.
Na verdade, o verdadeiro navio “Presidente Vargas” trazendo a força-tarefa ainda navegava nas proximidades de Monte Alegre. Mas esse engano foi providencial para os desdobramentos futuros. Se Veloso determinasse o ataque ao navio aportado em Santarém, seria o responsável direto por centenas de mortes de civis inocentes, maculando de vez com sangue inocente os propósitos idealistas dos revoltosos; se atacasse o “Presidente Vargas”, aniquilando o contingente militar, teria provocado uma reação armada sem precedentes, com o governo federal mobilizando todas as forças de terra, mar e ar em sua perseguição. Dessa forma, os revoltosos dificilmente escapariam com vida, além de ocorrem muitas outras mortes.
48 horas após a fuga dos rebeldes, tropas do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, que viajaram no “Presidente Vargas” desembarcaram em Santarém. Era o dia 23. A cidade voltou a seu ritmo de vida normal. Abriram-se os bancos, a Caixa Econômica, o telégrafo. As estações de rádio das companhias comerciais de aviação, cujos cristais o major Veloso havia retirado, voltaram ao ar. As muitas pessoas e famílias, que se haviam evadido ante o noticiário alarmista das emissoras de rádio de outras cidades, começaram a regressar. Os gêneros alimentícios de primeira necessidade que escassearam, pois nenhum barco ousava atracar no antes pacato cais, reapareceram no mercado.
Em contrapartida, a hotelaria comemorava o sucesso das casas cheias, já que militares, jornalistas, juristas, mascates e prostitutas dormiam quase uns por sobre os outros nos seus quartos e corredores. Santarém passou a ser uma base de operações do QG montado contra os revoltosos de Jacareacanga.
O tenente Petit, que não havia aderido aos revoltosos, assumiu o comando do aeródromo de Santarém, ordenando a imediata desobstrução da pista de pouso com a retirada de tambores de gasolina e de outros obstáculos. Restabeleceu o funcionamento do rádio, por meio do qual foi enviada a Belém a notícia da liberação daquele aeródromo.
No entanto, as pistas de aviação de Itaituba e Jacareacanga continuavam obstruídas.
Mas em Jacareacanga, Veloso, ante a iminente chegada das tropas legalistas, que vinham lhe dar combate, mandava os mundurucus espalharem sobre a pista de pouso estacas pontiagudas, prevendo que os paraquedistas saltassem lá. Foi grande a aprovação dos índios à iniciativa do comandante porque, finalmente, o grande chefe Veloso tomava uma atitude condizente com a imagem de um grande guerreiro. Em pouco tempo estava terminada aquela tarefa que levaria ao empalamento dos inimigos que ali decidissem saltar.
Nesse ínterim, Lameirão decolou no AT11 para Itaituba, com a missão de trazer de lá alguns homens seus. Em voo, Lameirão proferiu a senha combinada, mas não foi respondida pelo pessoal de terra. Desconfiado, retornou a Jacareacanga. Soube que esses homens já haviam deixado Itaituba por via fluvial, provavelmente amedrontados pela propaganda legalista, ao mesmo tempo que pressentiam a chegada dos militares.
De volta Jacareacanga, pretendia confiar a Cazuza a missão de armadilhar um trecho de quinze quilômetros de terra, que, por ser paralelo ao trecho em que o rio encachoeirava, seria cumprido a pé pelas tropas legalistas. Ocorre que Cazuza já tinha partido para São Luís em companhia do comandante Veloso e seus homens.
Assim que desembarcou do “Presidente Vargas”, sem perda de tempo, a tropa de infantaria da Aeronáutica transferiu-se para barcaças, de calado raso, a fim de evitar encalhe. Sob o comando do tenente-coronel Delayte começaram a subida do rio Tapajós.
Era o que Veloso queria. No trecho encachoeirado do rio,onde ele se estreita, encurta-se a distância entre a mira e o alvo, o major planeja armar seus índios e caboclos. Os rebeldes estariam à espera, derramariam gasolina no rio ateando fogo. Quem conseguisse escapar das labaredas, levaria chumbo.
Para executar o plano, ele, Cazuza e mais onze homens a bordo de uma voadeira, barco a motor muito utilizado na Amazônia, vão ao lugarejo São Luís, onde fazem escala, para a partir daí chegarem a Itaituba. Precisavam de gasolina. Dois desses homens são enviados na frente, como batedores, para ver se o campo está livre. Hugo Delayte e sua tropa já dominam a cidade, e prendem os batedores, que denunciam o plano de Veloso, inclusive indicando a sua provável localização. Conduziram Delayte e seus soldados ao lugarejo São Luís, mostrando a cabana onde Veloso estaria escondido. Ao ouvir passos, saiu então para ver o movimento um homem, que, mal abriu a porta, foi metralhado.
Antes, pressentindo a chegada dos legalistas, Veloso escapulira pelo mato a dentro. No chão ficou Cazuza, a única vítima daquele conflito, que morreu sem saber por que lutava. Revelou-se mais tarde em inquérito que Cazuza foi atingido por um sargento conhecido por Mineiro, com quem tinha uma desavença antiga.
De Santarém decolavam Catalinas levando as tropas de paraquedistas para desembarque anfíbio, ao contrário do que esperava Veloso ao mandar os índios armadilharem a pista. Também decolam os B25 carregados de bombas e munição para as metralhadoras.
O brigadeiro Cabral, que comandava pessoalmente a operação aérea, determinou ataque. Metralharam a pista e, diante dos rasantes e rajadas disparadas pelos B25, os caboclos que apoiavam os rebeldes correram, embrenhando-se na mata. Os três Catalinas pousaram na água do Tapajós, e 45 paraquedistas desembarcaram, caminhando os seis quilômetros que separam o rio do aeroporto.
Mas as tropas legalistas não encontram o C47, que estava camuflado sobre folhagens à beira da pista – ou não quiseram encontrar. A Paulo Vítor e a Lameirão não resta outra saída a não ser a fuga. Decidem fugir para a Bolívia, onde pediriam asilo político. E não há tempo a perder; tem que ser agora.

Veloso é preso

O socorro esperado não veio. Resta a Veloso somente a rendição… 
Ele estava sentado numa cadeira de balanço, na varanda da casa do tabelião Manuel Lauro Figueira de Mendonça, na beira do rio, quando recebeu voz de prisão do capitão Milton Castro, comandante de uma patrulha de sargentos e cabos da Aeronáutica: “Renda-se, Major, para não morrer!“, avisou o capitão. “Tantos homens para dominar um só?”, respondeu o rebelde, com uma ponta de sorriso e muita ironia.
Veloso é imediatamente levado à presença do brigadeiro Cabral, que comandava em Itaituba a contra-ofensiva aos rebeldes. “Mas logo você, Veloso? Você, Paulo Victor e Lameirão, todos meus amigos… “, começou a falar o brigadeiro, manifestando o seu desapontamento com a ação desleal dos subordinados. “Há gente que presta, brigadeiro!”
Oficiais do Estado-Maior do brigadeiro Cabral intervêm na conversa para repreender Veloso, enquadrá-lo, lembrando-lhe a condição de transgressor da lei. Mas Veloso não se cala facilmente: “A lei para mim só existiu até o 11 de novembro!”, responde Veloso, referindo-se ao dia que o ministro da Guerra, general Teixeira Lott, depôs, em 1955, o presidente interino da República, Carlos Luz, e em seguida o titular, Café Filho, sob a acusação, comprovada, de que ambos tramavam o golpe para não dar posse ao eleito Juscelino Kubitschek.
Mesmo diante da impertinência de Veloso, o brigadeiro Cabral, demonstrando a educação de um lorde, não revida, não altera a voz. Dirige-se aos oficiais legalistas e, num gesto de genuína generosidade, traça a melhor biografia do rebelde. “Creio que sei o que se passou com Veloso – começa o brigadeiro Cabral – este homem trabalhava, patrioticamente, na tarefa árdua de abrir pousos dentro da mata. Aí estão Jacareacanga e Cachimbo como monumentos a esse rapaz extraordinário. No entanto, o que acontecia no Ministério? Havia sempre gente a intrigá-lo no Gabinete do Ministro. Veloso foi sempre um homem de trabalho, um homem sério. Sentiu como uma ferroada as injustiças. Ficou recalcado. Quando surgiu a contrarrevolução, da qual ele discordava, seu espírito já estava preparado para a revolta. E aí ele fez essa bobagem…” .“Não considero uma bobagem o que fiz”, Veloso interrompe o brigadeiro com mais uma ousadia, não sendo nem um pouco sensível ao depoimento favorável de seu superior hierárquico.
Veloso ficou preso no Parque de Aeronáutica de Belém. Era o dia 29 de fevereiro de 1956. No dia seguinte, o presidente JK envia ao Congresso um projeto que concede anistia aos partícipes de rebeliões contra seu governo.
Estátua do brigadeiro Veloso em Cachimbo, no quartel que leva seu nome
 

Em Jacareacanga, o brigadeiro Veloso é tido como herói. Os poderes locais lhe rendem homenagem, dando seu nome a uma avenida e a uma escola. Em Santarém também há um escola com o nome do brigadeiro Veloso. Idêntica homenagem ganhou também Veloso em Itaituba. Na Serra do Cachimbo, onde Veloso foi pioneiro, há ainda uma Unidade da FAB com o seu nome.

Veloso voltou a participar de outra rebelião com os mesmos objetivos: derrubar o governo JK. Foi em 1959, sob a liderança do tenente-coronel Burnier, quando se refugiaram em Aragarças. A rebelião foi sufocada em menos de 36 horas.
 
Após o movimento político-militar de 31 de março de 1964, que destituiu o presidente João Goulart, Veloso requereu sua entrada para a reserva remunerada como brigadeiro. Com a instauração do bipartidarismo, filiou-se à Aliança Renovadora Nacional (Arena), de orientação governista. No pleito de novembro de 1966, elegeu-se deputado federal pelo Pará na legenda da Arena.
 
Em 1968, já como deputado federal pela Arena, envolveu-se noutro episódio conflituoso, ao tentar reempossar o prefeito de Santarém, Elias Pinto, sendo nessa ocasião atingido por tropas da Polícia Militar do Pará, a mando do então governador, coronel Alacid Nunes. 
Faleceu no Rio de Janeiro em 22 de outubro de 1969. 
(BLOGUE do Valentim em 10fev2016)

Fontes:

http://www2.fab.mil.br/cpbv/index.php/ultimas-noticias/112-estatua
https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/JK/biografias/haroldo_veloso
http://tertulino.blogspot.com.br/2013/10/a-revolta-de-jacareacanga-um-ensaio-de.html
http://histatual.blogspot.com.br/2009/11/revolta-de-jacareacanga-fab-em-armas-na.html
http://www.efecade.com.br/1956-revolta-de-jacareacanga-a/
http://www.bloguedovalentim.com/2016/01/haroldo-veloso-e-rebeliao-de.html
http://www.infoescola.com/historia-do-brasil/revolta-de-jacareacanga/
http://decadade50.blogspot.com.br/2006/09/quem-tem-medo-de-jk_115711236739430244.html
http://www.blogquartopoder.com.br/2011/05/jornais-antigos-narram-revolta-de.html
http://www.planobrazil.com/combate-em-santarem-a-perola-do-tapajos/
http://www.vermelho.org.br/coluna.php?id_coluna_texto=6641&id_coluna=94

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