FAB apresenta soluções e projetos em simpósio da OACI no Canadá

UMA COMITIVA do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) foi à sede da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), em Montreal, no Canadá, para apresentar projetos de Gerenciamento de Trafego Aéreo da organização, bem como debater e propor soluções concernentes ao tema – no “Global Air Navigation Industry Symposium” (GANIS).

Ao longo do Simpósio, realizado de 20 a 23 de setembro, a comitiva, representada pelo Brigadeiro Engenheiro Luiz Antônio Freitas de Castro, Brigadeiro do Ar Luiz Cláudio Ribeiro da Silva, Coronel Aviador Luiz Ricardo de Souza Nascimento, Tenente Coronel Aviador Jorge Luiz França Alves, apresentou – para uma audiência de mais de 500 representantes de setores diversos da aviação civil internacional – os principais projetos em desenvolvimento no Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) e o planejamento estratégico para os próximos anos em face do grande crescimento de tráfego no país, em torno de 28% este ano (até a presente data).

Foram expostos os projetos relacionados à navegação baseada em performance (PBN) em terminais e rotas aéreas, o uso flexível do espaço aéreo por operações civis e militares, a capacitação técnica dos recursos humanos do SISCEAB, o gerenciamento das informações aeronáuticas (AIM), a vigilância dependente automática (ADS) e a implementação do SAGITARIO – novo sistema automatizado de controle de trafego aéreo, já em operação em dois Centros de Controle brasileiros.

O evento serviu, sobretudo, de base para as discussões técnicas que serão abordadas na 12ª Conferência de Navegação Aérea, a ser realizada em 2012, e teve como novidade os chamados “ASBU – Aviation System Block Upgrades”. O termo representa a filosofia de implementação de novas tecnologias “em blocos”, proposta pela OACI, que tem por base a adoção de um conjunto de normas e padrões discutidos e harmonizados globalmente, definidos para entrar em operação em período determinado, com o propósito da mensuração das melhorias proporcionadas ao gerenciamento de trafego aéreo de todas as regiões do globo.

Cada um destes “blocos de implementação” é formado por módulos, representando um benefício específico a ser implementado de acordo com as necessidades operacionais de cada região.

Ao final do Simpósio, os participantes foram unânimes em afirmar que o ASBU será uma “ferramenta” de grande relevância para o ganho de eficiência e capacidade do controle do espaço aéreo, contribuindo sobremaneira para a segurança operacional, fluidez do tráfego aéreo e para o meio ambiente. (do sítio do Comando da Aeronáutica // http://www.fab.mil.br)

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